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Saiba como economizar com os carros da sua empresa
Pequenos e médios empresários estão trocando a posse do veículo pela previsibilidade da terceirização
Seu carro está parado na oficina e a entrega do dia atrasou. O fornecedor ligou cobrando posicionamento e o cliente quer saber por que o pedido ainda não chegou...
Enquanto isso, você está tentando fechar o caixa e organizar a escala da equipe para evitar desfalques financeiros e novos atrasos.
Para muitos donos de mercados, farmácias, padarias, laboratórios e pequenos e médios negócios em geral, o veículo da empresa deveria ser uma solução. Mas, na prática, pode virar uma fonte de preocupação.
Manutenção inesperada, IPVA, seguro, desvalorização, documentação, troca de pneus, sinistros e gestão de multas tiram a tranquilidade na gestão do orçamento.
E a pergunta que quase ninguém faz é: quanto realmente custa manter um carro próprio na empresa?
Durante anos, se criou a ideia de que ter frota própria é “mais barato”. Quando todos os custos entram na conta, essa percepção costuma mudar.
Felizmente, existe uma alternativa que está transformando a forma como pequenas e médias empresas operam, a terceirização de frota. Um modelo que elimina surpresas financeiras, reduz riscos e devolve ao empresário previsibilidade e foco no negócio.
Ao longo deste conteúdo, você vai entender por que cada vez mais gestores estão trocando a posse definitiva dos carros pela eficiência da terceirização, e como isso pode representar uma virada de chave na administração da sua empresa!
O que é terceirização de frota?
Terceirizar a frota significa otimizar completamente a gestão financeira da empresa e o seu tempo.
Em vez de investir R$ 100 mil na compra de um carro, valor que sai diretamente do caixa ou exige financiamento, a companhia passa a pagar uma mensalidade fixa que já contempla manutenção, seguro, documentação, assistência e suporte especializado. O veículo deixa de ser um bem imobilizado e se torna um serviço contratado.
Quando um empresário compra carros para a sua frota, assume automaticamente a desvalorização dos ativos, que costuma variar entre 10% e 30%, dependendo do modelo e da intensidade de uso.
Essa depreciação nem sempre fica clara no orçamento do mês, mas aparece no momento da revenda. Ao passar o carro pra frente, o empresário precisa lidar com negociações, burocracia e tempo dedicado a uma atividade que não faz parte do seu negócio, perdendo dinheiro e horas preciosas do dia.
Em três anos, isso pode representar uma perda acumulada de pelo menos R$ 30 mil para carros que custam R$ 100 mil. E esse desfalque acontece independentemente de o veículo rodar muito ou pouco.
Some a isso despesas recorrentes, como seguro, IPVA, revisões periódicas, troca de pneus, peças, imprevistos mecânicos e eventuais franquias em caso de sinistro.
Há ainda um fator que raramente entra na planilha: o tempo do próprio empresário ou de alguém da equipe dedicado a resolver burocracias, negociar com oficinas, acompanhar documentação e administrar multas.
Na terceirização, essa conta muda. O valor definido na proposta concentra os custos em parcelas mensais. “O empresário não pode lidar toda hora com pressão no fluxo de caixa e investimentos de alto risco. Terceirizar uma frota é trabalhar com planejamento e ter recursos para aplicar dinheiro em atividades que geram mais retorno”, comenta Manuel Silva, diretor executivo da Unidas Livre Empresas.
Em PME’s, a mesma quantia reservada para a compra de um carro representa estoque adicional, reformas no ponto comercial, campanhas de marketing bem estruturadas ou até a contratação de mais colaboradores.
Por que cada vez mais empresas terceirizam a frota?
A terceirização de frotas nas empresas não é um movimento pontual. Esse mercado tem registrado crescimento consistente nos últimos anos.
Embora historicamente associado a grandes empresas, o modelo também avança de forma significativa entre pequenos e médios negócios.
Esses empresários convivem com margens apertadas e variações constantes de receita. Em um cenário assim, previsibilidade financeira é questão de sobrevivência.
Quando os investimentos relacionados a veículos são fixos, o planejamento anual ganha precisão.
Estudos do setor apontam que empresas podem reduzir em até 20% os custos administrativos ligados à gestão de frota ao eliminar processos internos de controle e negociação.
Além da economia direta, existe ganho operacional. Cada hora dedicada a resolver problemas de carro deixa de ser aplicada em vendas, relacionamento com clientes ou expansão do negócio.
Grandes corporações já adotaram esse raciocínio há anos, pois entenderam que não é necessário ser proprietário do veículo para garantir mobilidade. O que se observa agora é a democratização dessa lógica.
Pequenos e médios empresários estão incorporando práticas de gestão antes restritas a estruturas maiores. Afinal, eficiência não depende do porte da empresa, e sim da qualidade na tomada das decisões.
A escolha que separa gasto de estratégia
Durante muito tempo, ter o carro próprio foi visto como sinal de estabilidade. Era o patrimônio visível na garagem da empresa.
No entanto, o mercado mudou, e a forma de gerir negócios também. Hoje, empresas que crescem de forma sustentável priorizam liquidez, previsibilidade e eficiência operacional.
É exatamente o que a Unidas Livre Empresas proporciona ao oferecer mobilidade corporativa com investimento mensal previsível, planos ajustados à realidade da pequena e média empresa e toda a gestão de custos incluída.
Se você ainda acredita que frota própria é sinônimo de economia, talvez esteja olhando apenas para a parcela. “Sempre pergunto para os clientes se o dinheiro deles está trabalhando para a empresa crescer ou fica parado na garagem. Essa é a questão-chave que faz muitos entenderem as vantagens da terceirização”, completa Manuel.
Faça uma simulação no site da Unidas Livre Empresas e descubra quanto sua empresa pode economizar com a terceirização de frotas!
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