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Pesquisa revela que Geração Z prioriza home office e Millennials valorizam mais o dinheiro; veja o que cada geração busca no trabalho
Levantamento da Serasa Experian mostra como diferentes gerações priorizam fatores distintos na escolha e permanência no emprego
Os critérios que levam um profissional a escolher uma empresa já não seguem mais um padrão único. Em um mercado de trabalho cada vez mais diverso e dinâmico, gestores enfrentam o desafio de lidar com expectativas distintas entre diferentes gerações, equilibrando fatores como remuneração, propósito e qualidade de vida para garantir engajamento e retenção. Os dados são da Serasa Experian.
A remuneração voltou a ter destaque nas decisões dos trabalhadores brasileiros. De acordo com levantamento da Serasa Experian, realizado com 1.521 profissionais, 33,1% indicam o salário como principal fator na escolha de um emprego — um aumento em relação ao ano anterior.
Esse movimento acompanha a pressão do custo de vida e reforça a importância do salário como porta de entrada no mercado de trabalho. No entanto, seu poder de retenção tem diminuído. Benefícios, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e alinhamento com os valores da empresa passaram a influenciar de forma mais consistente a permanência dos profissionais nas organizações.
Esse novo cenário exige uma mudança na forma de atuação das lideranças. Modelos de gestão baseados exclusivamente em compensação financeira tendem a perder eficácia diante de equipes que buscam uma experiência mais completa no ambiente de trabalho.
Diferentes gerações, diferentes prioridades
A análise por faixa etária evidencia um desafio adicional para as empresas. A convivência entre múltiplas gerações no ambiente corporativo traz prioridades distintas, tornando a gestão mais complexa e menos padronizada.
A Geração Z (nascidos entre 1997 e 2012) demonstra clara preferência pela flexibilidade do home office, reforçando a valorização da autonomia e da integração entre vida pessoal e profissional. Já os Millennials tendem a valorizar mais bônus e remuneração variável, refletindo um perfil mais orientado a desempenho e resultados.
Entre os profissionais da Geração X (nascidos entre 1965 e 1980), a autonomia na execução das atividades aparece como prioridade. Já os Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964) destacam o interesse por inovação e novas metodologias de trabalho. Nesse grupo, 8,8% consideram esses fatores decisivos, percentual superior ao observado nas demais gerações.
O senso de propósito também ganha relevância entre os profissionais mais experientes, indicando que aspectos intangíveis vêm ganhando peso na construção de vínculos com as empresas.
Liderança precisa se adaptar a novos perfis
Diante dessa diversidade, a padronização das políticas de gestão tende a perder espaço. As lideranças precisam compreender as motivações individuais e ajustar suas estratégias para engajar diferentes perfis.
Há uma transformação significativa no comportamento dos profissionais, que já não baseiam suas escolhas apenas no salário. Aspectos como benefícios, flexibilidade e alinhamento com os valores da empresa passaram a ser determinantes para o engajamento e a permanência dos talentos.
Para os líderes, a mensagem é clara: habilidades como escuta ativa, personalização da gestão e alinhamento entre estratégia e expectativas individuais passam a ser essenciais.
Benefícios ganham papel estratégico
O avanço de modelos mais flexíveis de benefícios reforça essa transformação. As empresas estão estruturando propostas mais adaptáveis, capazes de atender diferentes momentos de vida e prioridades profissionais.
Nesse contexto, a gestão de benefícios deixa de ser apenas operacional e passa a ter impacto direto na retenção de talentos e no engajamento das equipes.
A personalização, antes considerada um diferencial, passa a ser um requisito para organizações que buscam reduzir o turnover e aumentar a produtividade em um ambiente competitivo.
O desafio de liderar equipes multigeracionais
O mercado de trabalho brasileiro vive um momento em que diferentes gerações convivem simultaneamente nas empresas, aumentando a complexidade da gestão.
Mais do que administrar funções, os líderes passam a lidar com expectativas, valores e diferentes visões de carreira. O modelo tradicional, baseado em estabilidade e crescimento linear, dá espaço a trajetórias mais dinâmicas e individualizadas.
Nesse contexto, a capacidade de adaptação das lideranças se torna um diferencial competitivo. Empresas que conseguem alinhar essas diferentes demandas tendem a formar equipes mais engajadas, produtivas e resilientes.
Entender o que importa é chave para o engajamento
A transformação no mercado de trabalho aponta para um novo equilíbrio. Embora o salário continue relevante, ele já não é suficiente para garantir a atração e retenção de talentos.
Qualidade de vida, flexibilidade, propósito e desenvolvimento profissional passam a compor um conjunto mais amplo de fatores decisivos. Para as lideranças, o desafio vai além de oferecer boas condições: é necessário construir ambientes que façam sentido para diferentes perfis.
Assim, compreender o que realmente importa para cada geração deixa de ser apenas uma questão de gestão de pessoas e passa a ser um fator estratégico para a performance organizacional.
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